Carta de Tiago – parte 1

Amigos, quando lutas e aflições os atingirem em cheio, saibam que isso é um presente especial. Vocês verão como a fé será fortalecida e como terão forças para continuar até o fim. Por isso, não desistam facilmente. Tiago 1:2-4 A Mensagem

A Vida de Tiago

Para melhor entendermos a Carta de Tiago, será bom conhecermos, um pouco melhor a sua vida. Ao identificarmos Tiago como o meio irmão de Jesus, filho natural de Maria e José após o nascimento de Jesus, o que podemos saber acerca dele?

Nenhum irmão que nasceu em segundo lugar, consegue imaginar o que será ser irmão mais novo de alguém que nunca pecou. Apenas Tiago sabe o que é isso. Não deve ser nada agradável. Não poder culpar, com verdade, o seu irmão mais velho, pois nunca errou.

Não seria fácil para Tiago lidar com quem sempre obedeceu aos seus pais, nunca mentiu, nunca roubou, nunca enganou. Tiago nasceu em pecado, como qualquer um de nós. Tiago sempre viveu na sombra do irmão mais velho que era simplesmente perfeito, que era Deus feito homem.

Certamente que isto levou Tiago a ter um problema sério na construção do seu carácter. Possivelmente, Tiago fez uma festa quando Jesus saiu de casa.
Não foi menos estranho, ver o seu irmão mais velho voltar para a sua terra natal, afirmando ser o Messias esperado pelo povo de Israel – Lc. 4:16-21
Como será que Tiago reagiu a esta nova aparição do seu irmão mais velho? João 7:5 dá a resposta: “Pois nem mesmo os seus irmãos criam nele”. Em Mc. 3:21 podemos ler que os parentes de Jesus acreditavam que Jesus estava “fora de si”, certamente que Tiago seria um desses parentes.

Ao longo dos Evangelhos vemos Tiago numa atitude de incredulidade e cepticismo acerca do seu irmão mais velho, Jesus. Mas as coisas não permaneceram dessa maneira – I Cor. 15:7 – O Apóstolo Paulo dá-nos um vislumbre do que aconteceu. Jesus ressurrecto aparece a Tiago. Não podendo especular acerca da forma como Jesus ressurrecto aparece a Tiago, podemos supor que terá sido totalmente diferente da forma como Jesus apareceu a Paulo na estrada de Damasco. Podemos supor que Jesus apareceu não como um luz que cegou Paulo e o lançou em terra, mas que abraçou o seu irmão e lhe sussurrou palavras de encorajamento, palavras que Tiago desejou ouvir durante toda a sua vida. É maravilhoso pensar que Jesus nunca desistiu de Tiago, mesmo tendo Tiago desistido de Jesus. É isto que Jesus faz connosco. Jesus permanece fiel mesmo quando nós não o somos.

O facto de Jesus não ter desistido de Tiago pode ser facilmente compreendido pois, quando os discípulos estavam reunidos no cenáculo, após Jesus ascender

aos céus, Tiago estava entre eles – At. 1:14 – Tiago experimentou o enchimento do Espírito Santo – At. 2 – e o subsequente crescimento da igreja em Jerusalém em meio à perseguição – At. 3-9. Não há dúvida que Tiago estava bastante activo na igreja a quando da prisão e morte de Estevão – At. 6:8-8:2
A Obra da Graça de Deus prendeu o coração de Tiago fazendo-o olhar para Jesus de uma maneira totalmente nova, de tal forma que passados 10 ou 20 anos, Tiago escreve o primeiro livro do Novo Testamento. Um pequeno e prático livro, um manual de vida cristã que chamamos de Epistola de Tiago.

Tiago ficou conhecido com a alcunha de “joelhos de camelo” pelo tempo que passava em oração no Templo. Mesmo os seus opositores não conseguiam achar falta alguma em Tiago.

Uma Visão Breve da Carta de Tiago

À luz do seu “pedigree”, Tiago poderia ter iniciado a sua carta de maneiras bem sugestivas:
Tiago da tribo de Judá, da casa de David, da linhagem real dos reis de Judá…” ou “Tiago, o mais velho de todos os irmãos de Jesus….” ou “Tiago, pastor da igreja primitiva de Jerusalem…” ou “Tiago, apóstolo juntamente com Pedro e João…”. É verdade que Tiago poderia ter começado a sua carta com todas estas palavras que poderiam satisfazer o seu ego. Mas Tiago começa simplesmente com “Tiago, servo de Deus e de Jesus Cristo” – Tg. 1:11 – Tiago era um doulos de Jesus Cristo, um escravo de Jesus Cristo, não uma posição de destaque no mundo romano, mas uma demonstração da sua posição no Reino de Deus, simplesmente um servo. Tiago não assumia esta posição como um peso, mas sim como uma gloriosa honra.

Após identificar-se como servo de Jesus Cristo, Tiago apresenta-nos o seu auditório, as doze tribos de Israel – Tg.1:1 – Apesar das doze tribos de Israel terem perdido a sua identidade nos cativeiros da Assaria e Babilónia, o termo doze tribos era uma referência para

todos os filhos de Israel espalhados pelo mundo. A expressão “que se encontram na dispersão” reforça a ideia de que estava a escrever para cristãos judeus que estavam espalhados pelo mundo devido à perseguição. Várias vezes ao longo da sua carta, Tiago chama os seus leitores de irmãos, indicando assim que estava a escrever para judeus crentes em Jesus, e não para todos os judeus espalhados pelo império romano.

Tiago era um judeu convertido que escrevia para judeus que se haviam convertido a Jesus no primeiro século, espalhados pela diáspora tal como uma semente que é lançada num campo.

Quando Tiago escreve a sua carta, as comunidades judaicas já estavam estabelecidas por todo o império romano, como resultado de inúmeros exílios da Terra Santa. Durante este tempo o imperador Cláudio perseguiu os judeus e levou-os para fora da Cidade Santa. Este foi um tempo difícil para os judeus. Os negócios dos judeus eram boicotados. As crianças judias eram expulsas das escolas. Assim aqueles para quem Tiago escreve parece que estavam a passar uma dupla diáspora. Uma, a de serem judeus e isso fazer levantar a ira dos romanos, a outra, serem judeus que criam em Jesus e por isso eram expulsos não apenas de Jerusalém, mas também das suas próprias comunidades judaicas, às quais pertenciam, por causa da sua fé.

Mais do que quaisquer outros judeus, os judeus cristãos sem terra certa, viajavam para fora da Judeia, procurando um lugar ao qual chamassem casa. Estes homens e mulheres encontravam-se, no que podemos chamar, de limbo social e religioso.
É neste contexto de perseguição, confusão, sofrimento, decepção, pressão que Tiago escreve a sua carta. É preciso lembrar que esta carta não é um tratado de teologia, não é uma defesa do evangelho da vida e obra de Jesus. Esta carta assume que os seus leitores já sabem tudo aquilo que está a ser escrito. Ainda assim, Tiago escreve uma carta acerca de uma autentica fé num mundo hostil.

O tema principal da carta de Tiago é “Uma fé Genuína Produz Obras Genuínas”.

Aos que dizem que “aceitaram Jesus como seu Salvador e Senhor”, Tiago diz-lhe: “deixem que a vossa vida dê evidências dessa verdade. Deixem que as vossas acções externas reflictam a vossa realidade interior. Justifiquem a vossa fé perante os outros pelas vossas obras”.

Principais Divisões da Carta de Tiago

I – Fé Genuína Produz Genuína Segurança – Tg. 1

II – Fé Genuína Produz Genuíno Amor – Tg. 2:1 – 3:12

III – Fé Genuína Produz Genuína Humildade – Tg. 3:13 – 5:6

IV – Fé Genuína Produz Genuína Paciência – Tg. 5:7-20

I – Fé Genuína Produz Genuína Segurança – Tg. 1

Se é verdade que os crentes em Jesus são salvos pela fé, não é menos verdade que essa fé é continuamente provada ao longo da vida através de tribulações e tentações, tal como aconteceu com Jesus.
Mas tal como Jesus, podemos enfrentar estas duras realidades com confiança, respondendo às Escrituras com Fé e obediência ao invés de colapsarmos diante das aflições e tentações. A carta de Tiago desenvolve o tema abrangente de que uma Fé Genuína Produz Genuínas Obras. No capitulo 1, Tiago argumenta que quando a Fé é provada ela deve perseverar. Essa prova da fé resulta em Segurança.

Para demonstrar este ponto, Tiago dá três exemplos:

  1. As provações e tribulações da vida não destroem uma Fé Genuína, produzem resistência – Tg. 1:1-12
  2. Uma Fé Genuína leva-nos a enfrentar e a vencer as tribulações e as tentações – Tg. 1:13-18
  3. Uma Fé Genuína resulta em obediência à Palavra de Deus – Tg. 1:19-27

Provações Da Vida

Não será preciso muito para percebermos que a melodia da vida é muitas vezes constituída em tons menores. Feridas, incompreensões, sofrimento, desilusões, etc. Tiago poderia ter começado a sua carta, numa linguagem musical, em tom menor. Um tom triste, fechado, acanhado, sombrio. Mas não. Tiago começa a sua carta num Tom Maior, um tom confiante, aberto, alegre, determinado.

Ainda assim a realidade inquestionável de sofrimento, cria em nós questões acerca da justiça de Deus e do propósito da vida. Durante milénios os filósofos e teólogos debateram-se com o objectivo de encontrar uma solução que resolva o aparente desacordo entre um Deus totalmente bom, totalmente poderoso, com a perversidade do mal que existe no mundo que Ele mesmo criou.

As drogas, o álcool, o entretenimento, negócios, educação, viagens, religião, promovem um escape passageiro, mas a realidade de águas revoltas do sofrimento mais cedo ou mais tarde regressa para assombrar quer o mais ilustre quer o mais ignorante dos homens.

Tiago ao lançar o seu principal tema de que a uma verdadeira Fé produz genuínas obras, começa com um argumento de abertura acerca do problema do sofrimento e tribulações na vida.

Tiago não leva os seus leitores a sentirem pena da situação que estão a viver, do seu destino, do seu fado, pelo contrário, Tiago deseja que os seus leitores vivam cheios de alegria apesar das circunstâncias.

Apesar de todas as situações difíceis pelas quais os leitores da carta de Tiago estavam a passar, o apóstolo desafia-os a “terem por motivo de toda a alegria o passardes por várias provações” (v. 2). A palavra grega que Tiago usa para “provação” é peirasmos, que significa “Tribulação”, “Prova”, “Tentação”. que volta a aparecer em Tg. 1:12.

A palavra pode referir:

  1. Um teste que desafia a fé do indivíduo, tal como em I Pd. 1:6
  2. Tentações, coisas que apelam à nossa tendência pecaminosa, que põe em causa a nossa integridade moral.

Tg. 1:2-12 lida com o assunto com o primeiro significado, um teste que desafia a fé do crente. E Tg. 1:13-18, lida com as provações de acordo com o seu segundo significado, as provações como tentações.

Vejamos duas coisas que Tiago diz acerca das provações como teste à Fé:

Ao escrever àqueles que estavam a passar por grandes provações e tribulações, Tiago saúda-os de forma muito especial. Em vez de assumir uma postura de comiseração, Tiago assume uma postura de gozo e alegria. O que Tiago diz é “saudações”, do grego chairo, que significa “regozijar-se, estar alegre, alegrar-se”.

  1. As provações são inevitáveis.
    Tiago não diz para nos alegrarmos “se” passarmos por provações. Tiago diz para nos alegrarmos “quando” passarmos por provações. As provações são inevitáveis, ou seja, ninguém consegue escapar às provações.
  2. As provações são variadas.
    O termo grego significa “várias”, “variado”, “diverso”, “multicolorido”.
    Se na primeira situação sabemos que as provações são inevitáveis, e podemos estar certos que elas virão, por serem várias, variadas, não sabemos a forma como essas provações virão. Por outras palavras, as provações vêm de todas as formas e feitios. Tal como um convidado indesejável que chega quando menos convém, sem avisar, e que fica demasiado tempo.

Algumas Perguntas Que Tiago Responde:

Como Os Cristãos Devem Enfrentar As Provações, As Tribulações? Tg. 1:2-4

Com tudo isto em mente, Tiago diz-nos como devemos enfrentar essas provações que são inevitáveis e variadas:

I – Uma atitude Alegre – v. 2
Uma atitude alegre não é uma resposta natural ao sofrimento, é uma resposta intencional.

Mas não é uma atitude natural, é sobrenatural. É uma alegria que Deus dá apesar das tribulações, sofrimento, dor que possamos estar a enfrentar.
Todas estas coisas Deus usará para nosso benefício e para a Sua glória.

Esta é uma determinação da nossa vontade, não um mero sentimento.

II – Uma Atitude Perseverante – v. 3
As tribulações que Deus permite que venham à nossa vida jamais serão para nos destruir, serão sempre para nos fortalecer.

É a provisão de segurança que Deus nos dá, que nos possibilita a perseverar no meio das tribulações. Podemos ficar firmes e seguros apesar das tribulações porque:

  1. Estamos nas mãos de Deus e nada nem ninguém nos pode arrebatar das suas mãos.
  2. Jesus intercede por nós
  3. Temos a presença do Espírito Santo em nós, o Consolador

III -Uma Atitude Submissa – v. 4

Tiago nos diz-nos que o resultado da nossa submissão ao enfrentar as tribulações é:

  1. Maturidade
  2. Integridade
  3. Em nada deficientes no que diz respeito às coisas espirituais

A nossa submissão à vontade de Deus, mesmo no passar das provações, levar-nos-á a crescer e amadurecer.

É verdade que a nossa tendência é fugir à provação, à tribulação, à aflição, mas uma coisa podemos estar certos. Deus está connosco.

Então a resposta à pergunta: “Como é que os cristãos enfrentam os seus problemas do dia a dia, as suas provações e aflições?”

  1. Com uma atitude deliberada de “alegria”.
  2. Recordando que esse é o processo pelo qual Deus trabalha nas nossas vidas.
  3. Cooperando integralmente com esse processo de Deus nas nossas vidas.

Porque Os Cristãos Nem Sempre Vencem as Provações, As Tribulações? Tg. 1:5-8

Tiago não responde apenas à pergunta: “Como é que os cristãos enfrentam as suas provações? Tiago vai reponder também à pergunta: “Porque é que os cristãos, por vezes cedem às provações?

A resposta encontra-se em Tg. 1:5-8.
“Falta de Sabedoria” – v. 5

Quando nos sentimos mal equipados ou preparados para vencer as provações temos uma opção: Pedir sabedoria a Deus.

Neste contexto, sabedoria pode ser definida como:
“A habilidade de ver a vida da perspectiva de Deus.”
Tiago diz-nos que esta sabedoria vem pela oração. É tão simples como isto, “Senhor, no meio desta provação eu peço sabedoria para saber lidar com tudo isto. Ajuda-me a ver aquilo pelo qual vou passar através da Tua perspectiva, e dá-me a fé para não desistir a meio do processo.”

Tal como a falta de sabedoria podem levar-nos a ser derrotados no meio das provações, a falta de fé pode ter o resultado de cedermos no meio das provações.

A Fé que Tiago fala no v. 6, é a fé que nos sustem no meio das provações, que nos permite suportar as provações, e alinhar a nossa vontade com a perspectiva divina.

Aqui o oposto da fé é a dúvida. Tiago compara a pessoa que duvida às ondas do mar, levadas pelo vento. O termo “onda”, é usado no Evangelho de Lucas, quando os discípulos pensam que vão perecer na tempestade do mar da Galileia – Lc. 8:24 – Interessante que as primeiras palavras de Jesus após acalmar a tempestade, foi perguntar aos discípulos “onde está a vossa fé?” – Lc. 8:25

Tiago descreve esta falta de fé ou o homem que duvida como sendo um homem de “ânimo dobre”, “inconstante”, “duvidoso”.
Este termo composto por duas palavras, “duas” “almas” aparece em Tg. 1:8 e Tg. 4:8. Tiago usa este termo para descrever aqueles que tinham convicçõesformadas, mas que as suas vidas, a sua prática contrariava as suas convicções. Tiago exorta os seus leitores a evitarem ser homens ou mulheres de ânimo dobre. Em Tg. 4:8 podemos ler: “vós que sois de ânimo dobre, limpai o coração”. Isto indica impureza no homem interior. Onde seria suposto haver um só pensamento, objectivo, atitude, devoção, encontramos pensamentos competitivos. Podemos então dizer que, alguém de “ânimo dobre”, é alguém que quer a sua própria vontade e ao mesmo tempo a vontade de Deus. Este tipo de pessoa é instável em tudo o que faz.

Quem é afetado pelas provações, tribulações, aflições? Tg. 1:9-12

Provações e tribulações afectam a todos. Os ricos até podem pensar que têm um escudo protector que os protegem das provações, mas isso não é verdade.
As provações e tribulações, aflições e problemas, não conhecem condição social, racial, religião, etc. Todos passam por provações e aflições.

Sabedoria e Fé são ambas requeridas quer para ricos quer para pobres. Para os pobres, que lutam contra os desafios de terem pouco dinheiro, a sabedoria de Deus relembra-os da sua elevada posição em Deus. “O irmão, porém, de condição humilde glorie-se na sua dignidade” Tg. 1:9. Possivelmente Tiago teria em mente o que Paulo diz: “Deus nos ressuscitou com Cristo e com ele nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus, para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua graça, demonstrada em sua bondade para connosco em Cristo Jesus.” Efésios 2:6-7

Tiago descreve esta falta de fé ou o homem que duvida como sendo um homem de “ânimo dobre”, “inconstante”, “duvidoso”.
Este termo composto por duas palavras, “duas” “almas” aparece em Tg. 1:8 e Tg. 4:8. Tiago usa este termo para descrever aqueles que tinham convicções

Para os ricos, a pior das provações vem quando eles perdem as suas riquezas, ou quando problemas, que as riquezas não são capazes de resolver entram nas suas vidas. A estes Tiago lembra a fragilidade da vida – Tg. 1:10 “Pois o sol se levanta, traz o calor e seca a planta; cai então a sua flor, e é destruída a beleza da sua aparência. Da mesma forma o rico murchará em meio aos seus afazeres.” – Tg. 1:11

A nossa maior segurança não é os bens materiais que possamos ter. A Genuína Segurança que o homem pode ter é a sua confiança em Deus. Se tem muito, não deve colocar a sua confiança nos seus bens, se tem pouco, não deve viver aflito e em desespero, deve colocar a sua fé em Cristo. Uma Fé Genuína, produz uma Genuína Segurança.

No meio desta pandemia que estamos a viver, podemos viver seguros em Deus. “Deus é o nosso refúgio e fortaleza, socorro bem-presente nas tribulações.” Salmos 46:1

Conclusão


Qual o Resultado de Ter Uma Fé Genuína que Produz uma Genuína Segurança?
O resultado de ter uma atitude alegre, perseverante e submissa ao passarmos pelas provações encontra-se no v. 12: “Aquele que encara lutas e aflições e as supera é um felizardo! É gente assim que ama a Deus e é fiel de verdade. Eles receberão como recompensa a vida plena.” A Mensagem

Uma coisa é louvar a Deus quando tudo corre bem, outra é continuar a louvar o Pai celestial quando passamos por provações, e violentas tempestades, vírus, doenças, etc.
O que Tiago está a querer dizer é que possamos responder às inevitáveis provações e lutas da vida com alegria, sabedoria e uma firme confiança em Deus. Esta sim é uma vida que vale a pena viver.

Por Isaac Reis